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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Variações Linguisticas

Toda língua possui variações e isso acontece porque os falantes da língua são vivos modificam-se. Logo a língua não pode ser considerada morta sem levar em conta as pessoas vivas que a falam.
A variação de uma língua pode ser compreendida a partir de três fenômenos : Contexto Histórico, Geográfico e Sócio-Cultural. Por falta de conhecimento, muitas pessoas tratam a variação linguística como erro, mas pode-se considerar como apenas desvios linguísticos.

O que é Linguística

Linguística é a ciência que estuda a linguagem humana, não especificamente um idioma mas as línguas naturais como um todo. Esta por sua vez faz ligação com outras ciências como a biologia, a neurofisiologia, a psicologia e a sociologia.
Como o termo linguagem pode ter um uso não especializado bastante tenso, podendo referir-se desde a linguagem dos animais até outras linguagens - música, dança, pintura, mimica - convém enfatizar que a Linguística detém-se somente na investigação cientifica da linguagem verbal humana.

Contexto Histórico
 

Cada sociedade tem sua Variação Linguística, essa por sua vez é usada pelos grupos socais que vivem em sociedade e cada grupo tem sua historia, surgimento e desenvolvimento.
O Brasil é um país totalmente heterogêneo, cada região foi colonizada por diferentes povos da Europa, e quando os europeus chegaram encontraram indígenas que já tinham sua línguas. E nenhuma língua que já havia foi abolida por completo e nem as que chegaram .
O português falado no Brasil é a junção do latim, tupi, idiomas africanos, japonês, francês entre outros e é impossível delimitar na história, já que, a mudança acontece ao longo de um determinado período de tempo e varia de acordo com a historia.





Fonte:http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Varia%C3%A7%C3%B5es-Linguisticas/57546.html
Ilustração:http://professorricardoandrade.blogspot.com.br/

Adaptação: José Evânio
Coordenador do LEI II

quinta-feira, 17 de maio de 2012

XIV Semana de Geografia


O Curso de Geografia da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (FAFIDAM) está promovendo a XIV Semana de Geografia com o tema “Para Pensar o Mundo Contemporâneo”, gerando a discussão sobre as possibilidades que a Geografia tem para colaborar com a sociedade como a formação de espaços de reflexão sobre desafios e avanços da ciência geográfica e também a socialização de experiências de atuação da Geografia no Baixo Jaguaribe e outras áreas do semi-árido, oportunizando a participação dos demais cursos da Fafidam, escolas e comunidade. Assim, espera-se que seja um evento que promova momentos de divulgação de pesquisas acadêmicas e de interdisciplinaridade entre as ciências.

Postagem: José Evânio
Coordenador do LEI II

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Brasileiros com graduação cresce 109,83% em 10 anos

 
 O percentual de brasileiros com nível superior completo passou de 4,4%, em 2000, para 7,9% em 2010. No começo da década passada, 6,1 milhões de brasileiros tinham terminado ao menos um curso universitário. Em 2010, já eram 12,8 milhões, o que representa crescimento de 109,83% nesses dez anos. Os dados integram os Resultados Gerais da Amostra do Censo de 2010, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada em 27 de abril último.

Todas as regiões brasileiras apresentaram crescimento em relação aos percentuais da população com graduação no período pesquisado. O melhor resultado está no Sudeste, com 10% de pessoas que concluíram o ensino superior em 2010, contra 6%. Em seguida, vem o Centro-Oeste, que passou de 4,6% para 9,3%, e o Sul, que saiu de 4,8% para 8,9%. Norte e Nordeste apresentam o mesmo percentual em 2010: 4,7%. O Norte registrou 1,9% em 2000; o Nordeste, 2,3%.

Ainda de acordo com o Censo de 2010, o percentual de pessoas com dez anos de idade ou mais sem instrução ou com ensino fundamental incompleto no país apresentou queda de 65,1% para 50,2%. O percentual caiu de 58,5% para 44,8% no Sudeste; de 72,6% para 56,5% no Norte e de 75,9% para 59,1% no Nordeste.

Em 2010, o destaque em relação ao nível de instrução ficou com o Distrito Federal, que registrou o menor percentual de pessoas sem estudos ou com o ensino fundamental incompleto (34,9%). Na sequência, vieram São Paulo, com 41,9%, e Rio de Janeiro, com 41,5%. O DF também tem o maior percentual de pessoas com pelo menos o curso superior completo (17,6%).

Também nesses dez anos, o percentual de jovens que não frequentavam a escola na faixa de sete a 14 anos de idade caiu de 5,5% para 3,1%. As maiores quedas ocorreram nas regiões Norte (de 11,2% para 5,6%, o maior percentual entre as regiões) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%).

Na faixa de 15 a 17 anos, 16,7% das pessoas não frequentavam a escola em 2010 — em 2000, eram 22,6%. O menor índice de adolescentes fora da escola foi registrado no Sudeste, tanto em 2000 (20,1%) quanto em 2010 (15%). Os maiores percentuais, em 2010, ficaram com as regiões Norte e Sul, que registraram o índice de 18,7%.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php
Foto: http://www.mundodastribos.com/cursos-de-graduacao-no-exterior.html
Postagem: JoséEvânio 
Coordenador do LEI II

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bullying

http://respeitoebom.spaceblog.com.br/
951418/Caracterizacao-do-bullings/

Muitas vítimas de bullying sofrem caladas, "por vergonha, por acharem que são culpadas ou até merecem os apelidos, ou por falta de oportunidade de diálogo", aponta Cleo Fante.
Cabe, então, a pais e professores a tarefa e identificar se há algo de errado na vida social da criança ou mesmo do adolescente.
“Só consegue notar diferenças quem acompanha o cotidiano do filho. É esse o primeiro passo: ver se a criança está mais irritada, nervosa ou triste que o normal", aponta Fante.
No caso de vítimas de cyberbulling, a compulsão por utilizar a Internet é outra característica.

Fonte: uol
Postagem: José Evânio
Coordenador do LEI II

quarta-feira, 14 de março de 2012

Atividades Finais do Ano Letivo de 2011



Postagem: José Evânio 
Coordenador do LEI II

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Escola não pode ficar à margem da evolução da tecnologia, diz ministro

www.tocadatocaia.com/
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira, 9, que a velocidade tecnológica é muito maior do que a capacidade que a escola tem de processá-la. Apesar disso, segundo ele, a escola não pode ficar à margem da evolução tecnológica.
Na semana passada, o ministro anunciou que o Ministério da Educação vai investir, este ano, cerca de R$ 150 milhões na compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto maiores forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo.
“Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor”, disse Mercadante. Para isso, o MEC já formou mais de 300 mil professores em tecnologias da comunicação e informação, em cursos de 360 horas. Além disso, o serviço de internet banda larga foi instalado em 52 mil escolas públicas urbanas.
Com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas terão acesso, por meio dos tablets, a conteúdos educacionais colocados à disposição no Portal do Professor. São aproximadamente 15 mil aulas, criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Além disso, o ministério oferece o Banco de Objetos Educacionais e o Domínio Público, que entre outras obras dispõe da coleção Educadores. Na Fundação Lemann, são traduzidas aulas de matemática, física, biologia e química elaboradas pelo professor norte-americano Salman Khan, responsável por desenvolver material pedagógico com abordagens inovadoras.
Para o ministro, o mundo evolui em direção a uma sociedade do conhecimento, e a escola tem de acompanhar esse processo. “É muito importante que a gente construa uma estratégia sólida para que a escola possa formar e preparar essa nova geração para o uso de tecnologias da informação”, disse.

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17498

Postagem: José Evânio
Coordenador do LEI II

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Reunião de Pais


E.E.F.M. ARSÊNIO FERREIRA MAIA
Rua: Cel. José Nunes, 1245 Fone:34236969

http://prudenteinforma.blogspot.com/
2011/02/reuniao-de-pais-e-mestres.html

Senhores Pais ou Responsáveis:
É com muita alegria que convidamos para mais um encontro entre família e escola para a troca de conhecimentos e experiências, no sentido de contribuirmos ativamente no sucesso da aprendizagem dos nossos alunos. Vamos tratar de assuntos como:
. Final do ano letivo
. Matricula 2012
. Recuperação e Dependências
. Entrega de Boletins
LOCAL: E.E.F.M.ARSÊNIO FERREIRA MAIA
HORÁRIO: 07:30 às 09:00h
DATA: 04/FEV/2012 (SÁBADO)
Atenciosamente,
A Direção e Professores

Postagem: José Evânio

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Concordância Verbal


http://blog.educacional.com.br/marciasalazar
/2011/09/29/concordancia-verbal/
A empresa que ganhou a licitação da obra do barracão de Lourdes, a Solução, e uma das que perdeu a disputa, a Florecon, têm a mesma engenheira em seus quadros.

Quem escreveu o texto quis dizer que a empresa Florecon foi uma das que perderam a disputa, não a única. A construção “um dos que” é sempre um convite à confusão – as pessoas hesitam entre fazer o verbo concordar com “um” (ou “uma”) e fazê-lo concordar com o pronome “os” (ou “as”) que está contraído com a preposição “de”.
Note que, se a preposição fosse “entre”, a chance de acerto seria maior (ele é um entre os que estiveram lá), o que talvez se explique pelo fato de o pronome “os” não estar contraído com a preposição.
De qualquer forma, contraído ou não, esse pronome demonstrativo (“os” nessa construção equivale a “aqueles”) é o antecedente do pronome relativo “que”, portanto é com ele que se faz a concordância verbal.
Ninguém diria “as que perdeu a disputa foram...”, portanto também não se deve dizer “uma das que perdeu a disputa”.
O correto é:
A empresa que ganhou a licitação da obra do barracão de Lourdes, a Solução, e uma das que perderam a disputa, a Florecon, têm a mesma engenheira em seus quadros. 

Por Thaís Nicoleti com adaptação de José Evãnio
Coordenador do LEI II

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Projeto E- Jovem


Aconteceu na EEFM Arsênio Ferreira Maia mini-cursos ministrados pelos alunos do projeto E - jovem da turma de Limoeiro, que tem como instrutor Raniel, na oportunidade os alunos da escola foram contemplados com os seguintes mini-cursos:

Sexta-feira - 16/12/2011 - Lógica de Programação, Linguagem de Programação Ladder, Web Designer, Rede de Computadores.

Sábado - 17/12/2011 - Palestras sobre o E - jovem, Computação Verde, Redes Sociais e Programação Orientada a Objetos.

Postagem - José Evânio Almeida de Lima

Coordenador do LEI II

quarta-feira, 16 de novembro de 2011



http://www.google.com.br/search?um=1&hl=pt-BR&biw=1133&bih=559&noj=1&tbm=isch&sa=1&q=ortografia+errada&oq=ortogra&aq=6&aqi=g10&aql=&gs_sm=c&gs_upl=230277l237620l0l242582l19l11l0l0l0l0l41


O QUE VOCÊ ACHA DOS DESVIOS LINGUÍSTICO COMETIDOS POR QUEM
ESCREVEU ESSAS PALAVRAS DOS ANÚNCIOS? ESCREVA SUA OPINIÃO E
CORRIJA AS PALAVRAS QUE VOCÊ IDENTIFICOU COM DESVIOS
LINGUÍSTICOS.


Postado por José Evânio
Coordenador do LEI II

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ortografia

Regras para escrever corretamente  
Alfredina Nery


 Não sabe como escrever uma palavra? É com S ou com Z? Para esse tipo de dúvida, tão comum em português, deve-se entender que a língua tem, basicamente, dois sistemas de escrita: regular e irregular.
Muitas vezes, as grafias não podem ser explicadas por nenhuma regra, pois é a origem da palavra ou a tradição de uso que justificam a forma de escrever. Por exemplo, a palavra "hoje" é escrita com "h" devido à etimologia do termo, pois a forma latina é "hodie".
Em outras situações, no entanto, é possível prever a grafia, porque se pode "adivinhar" sua forma. Por exemplo: a palavra "português", que é escrita com "s" e não com "z". Logo, as outras palavras do mesmo grupo, como "francês", "japonês" ou "norueguês", são também escritas assim, com S!
Os adjetivos que indicam lugar de origem são escritos com "s" e não com "z". Verifique: português, portuguesa, portugueses, portuguesas, francês, francesa, franceses, francesas, norueguês, norueguesa, noruegueses, norueguesas, finlandês, finlandesa, finlandeses, japonês, japonesa, japoneses, japonesas... Amplie a lista e confirme a regra!
Dúvida
Grafia correta
Justificativa
Como saber?
Homem”
ou “omem”?
Homem
A origem da palavra é latina:
“ homine”, com “h”.
Memorizar ou consultar
dicionário
Casa”
ou “caza”?
Casa
A origem da palavra é latina:
“ casa”.
memorizar ou consultar
dicionário

Observe agora casos regulares que se aplicam a substantivos e adjetivos.
Firmesa” ou
“ firmeza”?
Firmeza
Nos substantivos que derivam
de adjetivos, o final da palavra
(sufixo) é “eza”: firme/firmeza.
Levantar outros casos que
confirmam a regra:
belo/beleza,
bonito/boniteza,
pobre/pobreza,
rico/riqueza.
Famoso”
ou “famozo”?
Famoso
Adjetivos com o sufixo “oso” escrevem-se com “s”.
Lembrar de outros casos:
gostoso/ dengoso/
oleoso/ saboroso.
Chatice”
ou “chatisse”?
Chatice
Substantivos com terminação
“ ice” escrevem-se com “c”.
Lembrar de outros casos:
doidice/meninice.

Para grafar corretamente os verbos também podemos recorrer às regularidades.
 “Falou”, “falol”
ou “falô”?
Falou
Verbos no passado, na terceira pessoa do singular, terminam em “ou”.
Em posição final de
palavra ou sílaba, o “u” e
o “l” concorrem. O verbo no passado, na terceira pessoa do singular, tem a terminação em “u”.
Cantaram” ou
“cantarão”?
As duas formas podem estar corretas.
As duas formas estão na terceira pessoa do plural, mas cada uma indica um tempo verbal diferente.
No presente (“cantam”) ou no passado(“cantaram”), escreve-se com “m” no final. No futuro
(“cantarão”), a nasalidade é marcada com “ão”.
Falar” ou “falá”?
Falar
Verbo no infinitivo
O nome dos verbos são escritos sempre
com “r” final.
Pedisse” ou “pedice”?
Pedisse
Verbo no modo subjuntivo
(que indica hipótese) tem a forma “isse”.
O sufixo “ice” é para
substantivo (“chatice”) e a terminação “isse” é para verbo.

Para finalizar, vamos pensar nos casos de regularidades contextuais. Mas o que é isso, afinal? Vejamos um bom exemplo. Quando o som é nasal, na escrita podemos indicá-lo de diversas maneiras: "camponês", "canto", "anã", "linha".
A regularidade é chamada de contextual porque depende da posição da letra na palavra ou sílaba. No caso da nasalização, analise a tabela a seguir.

Ocorrência de nasalização
Regularidades
homem, tatuagem, homenagem, triagem,
tiragem, amém, também, ninguém
Em posição final de palavra, a nasalização do ditongo /ei/ é marcada na escrita com “m”.
banda, cantar, andou, brincava, mansa
camponês, também
Em posição final de sílaba, a nasalização é marcada com “n”.
Atenção: antes das letras “p” e “b”, o som nasal é representado por “m” e não “n”.
anã, manhã, sã, vilã,
Em posição final, a vogal nasal é marcada com til.
linha, galinha, minha, tinha, latinha

O dígrafo “nh” também é marca de nasalidade (representa um fonema consonantal nasal).

Então? Não é bom constatar que sabemos mais do que imaginávamos? É bem produtiva a compreensão das regularidades do sistema de escrita, não é verdade? Se descobrirmos o princípio que gera uma grafia, podemos inferir muitas outras formas relativas ao mesmo princípio... A nossa memória agradece!

http://educacao.uol.com.br/portugues/ortografia-regras-para-escrever-corretamente.jhtm

Adaptação e postagem: José Evânio Almeida de Lima